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Adalberto Barreto | ilustração: José da Fonseca
Pediram-me, na qualidade de documentalista, para efectuar um balanço sobre a investigação em banda desenhada realizada no ano de 2003. Confesso que a primeira dúvida que me assaltou foi saber o que se entende por investigação. Dúvida essa que tem uma razão de ser e que consiste em determinar com precisão o que deve ser incluído e o que não deve ser incluído neste texto (o que não é fácil!). Assim, se não delimitar com rigor o conceito ou se o interpretar de uma forma ampla (investigação latu sensu é uma «averiguação sobre qualquer coisa» ) corro o risco de ter de escrever sobre tudo o que se escreveu.
Na verdade tinha uma vaga ideia de que o conceito tem sentidos diferentes consoante a disciplina e que dentro das diferentes disciplinas também pode ter sentidos e alcances distintos consoante as escolas ou doutrinas. De qualquer modo, sabendo de antemão que não iria entrar em campos ocultos como a investigação da paternidade, criminal, paranormal, militar, matemática ou darwiniana, quedo-me, assim, pela tradicional investigação em Ciências Sociais e dentro desta, não vou entrar em campos como a economia ou o direito, pelo que me fico na INVESTIGAÇÃO HISTÓRICA (com recurso à tradicional pesquisa documental em fontes publicadas há mais de 25 anos) e pela INVESTIGAÇÃO SOCIOLÓGICA (com recurso aos métodos estatísticos, às entrevistas e aos inquéritos).
Também é tradicional escrever-se nestas linhas sobre a investigação universitária ou formativa. No que diz respeito a trabalhos académicos não temos notícia da entrada de qualquer tese de mestrado ou doutoramento quer nos centros de documentação especializados (Biblioteca da Bedeteca e Biblioteca do CNBDI), quer nas bibliotecas das principais universidades portuguesas. Sobre acções de formação finalizadas ou ocorridas no ano em que se processa o balanço temos pelo menos conhecimento de duas acções de vulto promovidas pelo IPLB (Insituto Português do Livro e das Bibliotecas) em parceria com a Bedeteca (História da BD : contributos para a selecção documental nas bibliotecas e A História e a Literatura na banda desenhada). De qualquer modo a documentação referente a estas acções ainda não foi disponibilizada.
Para finalizar esta espécie de introdução resta-me referir que só irei escrever sobre os trabalhos de investigação que chegaram ao público em suporte de papel ou digital. Ou seja só me vou referir àqueles trabalhos que foram publicados em livros, revistas ou na Internet. Isto para deixar bem claro que todos os eventos ou exposições que tiveram lugar no ano de 2003 e que obrigaram os responsáveis ou comissários a um inquestionável trabalho de investigação mas que não estão documentados de uma forma acessível não serão aqui referenciados.
Outras áreas afins como o Cartoon e o Cinema de Animação em que houve um notável trabalho de investigação (face ao panorama actual) desenvolvido pela Câmara Municipal da Amadora e pelo CNBDI, também não serão aqui abordadas.
A todos aqueles que virem omitidos neste texto os seus trabalhos, peço desde já desculpas antecipadas.
Vamos então ao trabalho:
A PESQUISA HISTÓRICA
AMADORA 2003 : INVESTIGAÇÃO NO FEMININO
O primeiro artigo onde podemos encontrar alguma investigação e informação histórica no Catálogo do Festival é, sem dúvida, “O crepúsculo dos machos” de Vítor Quelhas (pags. 34 – 37) que desenvolve um texto muito interessante do ponto de vista sociológico sobre a evolução do papel da mulher enquanto personagem na história da banda desenhada (fazendo as devidas distinções na BD nos dois lados do atlântico) confrontando com a própria evolução social (designadamente nos anos 30, durante a 2ª guerra mundial, no pós guerra, anos 60 até à actualidade) por um lado, e com a natureza eminentemente masculina da produção da banda desenhada.
Também Nuno Franco, habitual colaborador do jornal “Público”, escreveu para o referido catálogo um texto (“O lugar da mulher na BD é um direito adquirido”, págs. 42-43) que teve por base uma inegável investigação documental (vide bibliografia) em que o autor faz um périplo pelo papel da personagem feminina na história da BD (sobretudo europeia). Digna de registo é a opinião do Nuno Franco, segundo o qual “a revolução sexual [anos 60] não conseguiu libertar a mulher” no universo da BD, bastando para tal verificar que desde a eclosão de Barbarella (1962) até aos nossos dias com publicações como a Kiss Comics ou o trabalho de Milo Manara, continuamos a ver maioritariamente a mulher na BD retractada como mero objecto de desejo.
Análise idêntica, mas mais orientada para a história da BD norte americana, é o artigo de Domingos Isabelinho que numa análise resumida nos consegue transmitir muita informação sobre a imagem da mulher na BD norte americana desde o início do século até aos nossos dias, conciliando essa análise com o trabalho das autoras norte-americanas oriundas da escola underground (em primeiro lugar) e do meio alternativo e independente (depois), no sentido de condenar o sexismo e a misogenia como tema central da BD feita por homens (incluindo o trabalho dos autores underground – vide as mulheres de Crumb).
Trabalho notável (impressionante pela exaustão) é o artigo de Leonardo de Sá sobre “A presença da mulher na BD portuguesa” (págs. 52 – 65) em que o autor faz um percurso muito completo sobre as autoras portuguesas e a bibliografia feminina desde o início do século até à actualidade. Contudo, as características puramente descritivas, bibliográficas e biográficas do texto (não existe qualquer análise de conteúdo, nem sequer é abordada a imagem da mulher na BD portuguesa ao longo dos diferentes enquadramentos políticos e sociais da nossa história contemporânea) tornam a leitura destas 14 páginas bastante aborrecida. Sugerimos então a organização de um texto deste tipo em forma de dicionário ou guia cronológico.
Na mesma linha de Domingos Isabelinho surge-nos o belíssimo artigo de Paul Candler (pág.s 76 e 77 do Catálogo), comissário da exposição “Mulheres na BD norte americana”, que realça o papel do movimento underground no sentido de dar voz às mulheres na BD dos Estados Unidos e o desempenho pioneiro de Trina Robbins que denunciou o sexismo e a misogenia reinantes.
Dentro do espírito da pesquisa histórica temos ainda o texto de Pedro Mota (“Meninas traquinas na BD sul americana”, págs. 84-85) dedicado à turma da Mônica e ao universo da Mafalda. Para além de encontrarmos neste artigo alguma informação útil sobre o nascimento das séries (ambas em 1963), é de registar a opinião do autor de que as personagens marcam também uma nova postura feminista na BD sul americana. A Mônica é forte, lider, decidida e não deixa de ter uma sensibilidade feminina. A Mafalda é idealista, contestatária e só não é independente por ser ainda criança.
Vindo do Brasil e de uma mulher podemos encontrar também no catálogo da Amadora um artigo interessante da autoria de Sonia Luyten sobre a imagem da mulher ao longo da história da BD brasileira e sobre as mulheres que fizeram a história da BD brasileira (págs.
92 – 93)
Ainda no âmbito do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora decorreu na Casa Museu Roque Gameiro uma exposição de homenagem a Maria Antónia Roque Gameiro e Maria Alice Andrade Santos duas autoras de banda desenhada cujos trabalhos foram publicados em revistas infantis femininas como a Lusitas e a Fagulha (publicações dos anos 40/50 ligadas aos ideais do Estado Novo). De qualquer modo, para além dum pequeno texto dedicado a esta exposição no catálogo do festival (p. 96) todo o trabalho de investigação realizado pelo comissário (Leonardo de Sá) ficou por documentar, ou apenas por publicar, embora muito houvesse a dizer sobre a imagem da mulher na BD portuguesa em pleno estado novo.
José Garcês, outro nome de destaque na História da banda desenhada portuguesa (que iniciou a sua actividade em 1946 n’ “O Mosquito”) teve também um lugar de honra no Festival da Amadora. Contudo, a sua exposição versava sobre seus trabalhos mais recentes, utilizando a BD como instrumento de acção pedagógica e de divulgação da História local e municipal, pelo que não deve ser incluída neste lote.
BEDETECA 2003
O grande laboratório de investigação em Portugal (o seu catálogo conta com mais de 20 monografias referentes a grandes nomes e momentos da história da BD portuguesa e internacional), viu reduzida significativamente desde 2002 a sua actividade nesta área, a ponto de podermos referir que no ano de 2003 muito pouco se produziu no âmbito da investigação histórica.
Em primeiro lugar todo o extenso trabalho de investigação realizado pelo comissários João Paulo Cotrim e Paulo Patrício relativos a exposição “Coisas do outro mundo : as bandas desenhadas de Júlio Resende” (que decorreu na Bedeteca entre 23 de Janeiro e 13 de Abril e que já tinha estado patente em 2001 no saudoso Salão do Porto) ficou por publicar.
Por outro lado, o Salão Lisboa, que teve como país convidado a Alemanha e como tema “As fronteiras” acolheu sobretudo exposições de autores contemporâneos. As duas exposições (também integradas no Salão) que decorreram nas instalações da Bedeteca “A navalha de pitanga” e “Check in” são exposições de âmbito contemporâneo (embora a Pitanga tenha sido publicado pela primeira vez em 1985 com La chavalita ), pelo que não vale a pena aqui desenvolver.
De qualquer modo temos pelo menos o catálogo do Salão com:
Um bom artigo (pequeno mas com muita informação) da autoria de Pedro Cleto sobre a guerra na banda desenhada (“Conflitos em banda desenhada : breve abordagem”, págs. 9 – 15) e sobre a forma de como o tema foi visto e retractado ao longo do tempo. É um texto a ter em atenção que surpreende o leitor por incluir muito mais do que se esperava uma vez que não se limitou à guerra tradicional (ou convencional registada no século XX), indo buscar também exemplos de conflitos ligados ao western, à ficção científica à BD histórica, à BD reportagem e biográfica.
Também Igor Prassel no seu artigo sobre a banda desenhada eslovena, dedica as primeiras páginas à história da banda desenhada no seu país (págs. 121 – 135), pelo que nos merece também uma especial atenção, sobretudo ao saber que as primeiras BDs nascidas na imprensa eslovena no início do século (então sob o domínio do império austro-húngaro) se chamavam “anedotas em movimento”.
Mais de dissertação do que investigação histórica temos um texto muito interessante e com algum humor não intencional (eu , pelo menos, diverti-me quando soube que Hitler e Goebbels gostavam de ver desenhos animados) de Christian Gasser, que procura explicar através de um enquadramento histórico as razões pelas quais não existe uma cultura alemã de banda desenhada, como existe em França, na Bélgica, na Espanha ou na Itália.
NA INICIATIVA PRIVADA
Fora do contexto institucional público da Bedeteca e da Câmara da Amadora temos de ter em atenção pelo menos uma iniciativa editorial em 2003 no âmbito da investigação histórica. Trata-se de “As aventuras de Hergé” de Fromental, Boucquet e Stanislas publicadas pela Mais BD, em que Hergé (autor e criador de Tintin) se torna uma personagem de banda desenhada. A inclusão desta obra deve-se ao facto de a narrativa ter sido apoiada e fundamentada numa investigação documental rigorosa. Trata-se de investigação histórica (com humor e fantasia) divulgada em banda desenhada.
Também sobre o universo de Tintin (ou Tintim?) e sobre o seu criador – entrando um pouco no domínio da investigação que se segue (entrevistas, inquéritos e dados estatísticos) - foram publicadas no jornal Público ao longo do ano de 2003 (continuando em 2004) 17 entrevistas de Numa Sadoul a Hergé sobre as diferentes histórias do Tintim que iam sendo publicadas juntamente com o jornal. De notar que todas as entrevistas se encontram disponíveis quer no site do Público, quer no site da Bedeteca.
Outra colecção a sair semanalmente nos quiosques e que merece uma atenção especial é a “Clássicos da Banda Desenhada” (que sai aos domingos no “Correio da Manhã”). Desta colecção saíram 14 volumes em 2003 cuja grande maioria dos textos introdutórios se inserem inquestionavelmente no domínio da investigação histórica. Na impossibilidade de escrever sobre todos os textos, sublinhamos apenas aqueles que foram produzidos na totalidade por especialistas nacionais, nomeadamente no n.º 11 da série referente a “Conan” e no n.º 13 “A arte de Prado” de Paulo Moreira e João Miguel Lameiras respectivamente.
O meio alternativo (à cultura dominante imposta pelos mass media / ou contra cultura) é também muito produtivo em termos de investigação. Neste universo destacamos um excelente trabalho de Domingos Isabelinho publicado na revista Satélite Internacional, n.º 2 (“Sa-lo-mon de Chago Armada e o pouco que dele se sabe” págs. 28 – 32), segundo o qual o estigma infantilizante da banda desenhada enquanto meio ou forma de expressão artística impede que os trabalhos em BD de autores ou artistas plásticos ligados às artes reconhecidas pelo status quo cultural (designadamente a pintura e a literatura) sejam lembrados e divulgados (sabia que Picasso e Martin Vaughan James são também autores de banda desenhada?). De qualquer das maneiras a investigação de Domingos Isabelinho é sobre o caricaturista e poeta cubano “Chago Armada” e sobre seu desconhecido trabalho de BD à volta da personagem Salomón, que o autor do artigo compara por diversas vezes ao “Zé Povinho” de Raphael Bordallo Pinheiro.
ENTREVISTAS, INQUÉRITOS, DADOS ESTATÍSTICOS
Será certamente impossível escrever aqui sobre todas as entrevistas, inquéritos ou dados estatísticos a gente ligada à BD (autores, divulgadores, editores...), aos leitores, às edições... no nosso país, de qualquer modo ficam aqui alguns registos:
Apesar de não ter sido editado em 2003 qualquer título da colecção de entrevistas a autores pelo CNBDI, não podemos deixar passar em claro a entrevista conduzida por Pedro Mota a José Carlos Fernandes no catálogo BD Amadora 2003 (págs. 10 – 19). A entrevista não traz à luz do dia muito mais informação biográfica ou bibliográfica sobre o autor, do que aquela que já se conhece. Fala-se um pouco sobre as influências da música no seu trabalho, nos seus gostos musicais e hábitos de audição, mas nada de novo. Destaco contudo o momento em José Carlos Fernandes conta o episódio que levou a que o seu trabalho fosse editado pela Devir. Se tal não acontecesse teria sofrido mais um ano de frustração editorial e provavelmente nada seria editado em Portugal, muito menos no estrangeiro. Hoje, quando sabemos que JCF é apenas o autor português mais vendido em Portugal e no estrangeiro... Em Espanha a “Pior banda do mundo” foi considerado o 3º melhor álbum estrangeiro do ano (a concorrer com franco-belgas e americanos). É obra!... (pelos vistos também) do acaso...
Também o catálogo do Salão Lisboa 2003 contêm uma extensa entrevista de João Paulo Cotrim a Arlindo Fagundes (págs. 299 – 309), centrada muito em torno do personagem Pitanga, não deixa, contudo, de incluir informação biográfica de inegável interesse, designadamente quando Arlindo Fagundes nos conta como lhe surgiu a ideia de fazer bandas desenhadas.
Ainda no âmbito da investigação no seio da iniciativa privada, não podemos deixar de referir duas obras, publicadas pela ASA:
A primeira é a obra dedicada a “Vasco Granja : uma vida : 1000 imagens” uma justa homenagem a uma das figuras que mais promoveu a banda desenhada (foi ele que importou para Portugal a expressão “banda desenhada”). Do ponto de vista da investigação temos de destacar na obra a curta biografia do homenageado da autoria de Leonardo de Sá (págs. 7 - 8) e em especial a entrevista a Vasco Granja conduzida por João Paiva Boléo (págs. 11 - 30). Em relação à entrevista fica um sentimento de pena que a memória do homenageado já esteja a fraquejar.
No âmbito da exposição “Coimbra na Banda Desenhada” (inserida na “Coimbra Capital Nacional da Cultura 2003”), exposição que teve por finalidade documentar o mais exaustivamente possível todas as passagens de Coimbra pela banda desenhada (nacional e europeia) surge o catálogo com o mesmo título “Coimbra na banda desenhada” onde se destaca a entrevista a Étienne Schréder autor de “O segredo de Coimbra”.
No circuito independente:
Importa lembrar o trabalho realizado pelo Colectivo A Língua em especial a sua publicação (a)periódica “Satélite Internacional” que contém quase sempre textos com uma forte componente de investigação. Na impossibilidade de escrever individualmente sobre cada um dos trabalhos com estas características inseridos no número 3 (Maio de 2003) destaco as entrevistas rotativas de Ana Cortesão a Alice Geirinhas, desta a Isabel Carvalho e da Isabel Carvalho à Ana Cortesão em que num tom de conversa marcadamente informal e feminina (quase íntima) se obtém valiosa informação biográfica e bibliográfica sobre as autoras (Dossier chiclete).
NA INTERNET
Ainda sobre a investigação não podia deixar passar em claro o fantástico trabalho de Daniel Maia sobre as edições de banda desenhada em Portugal referentes ao ano de 2003, ano em que se bateram todos os recordes de edição em Portugal. O levantamento encontra-se disponível no site Central Comics (“Corrida editorial”) e contabiliza todos os títulos publicados em 2003. De acordo com este levantamento em 2003 editaram-se 450 novos títulos, entre álbuns e revistas.
EM CONCLUSÃO
Podemos referir que em matéria de investigação o número de edições foi inversamente proporcional ao boom editorial que se verificou. Se analisarmos a bibliografia infra encontramos apenas 4 monografias que se integram no âmbito da investigação (sendo que uma delas “As aventuras de Hergé” não pode ser considerado um trabalho de investigação “tout court”). É manifestamente pouco face a anos anteriores. As restantes entradas bibliográficas dizem todas respeito a artigos publicados em monografias. Sobre o facto não vale a pena especularmos muito. É por todos sabido que as entidades públicas estão claramente a desinvestir nesta área, sendo que o grosso das publicações de investigação em BD tiveram entre 1996 e 2001 origem na Bedeteca (durante o mandato de João Soares). Por outro lado dado o preço elevado deste tipo de publicações (aliado ao custo das exposições e aos honorários dos comissários) e dada a escassa procura é natural que as entidades privadas não manifestem grande interesse neste tipo de investimento. Esperamos pacientemente por melhores dias.
BIBLIOGRAFIA DA INVESTIGAÇÃO 2003
ARTIGOS E ENTREVISTAS:
CANDLER, Paul – Mulheres na BD norte americana // In: BD Amadora 2003 : XIV Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora. – Amadora : Câmara Municipal da Amadora ; CNBDI, 2003. pp. 76 – 77.
CLETO, Pedro – Conflitos em banda desenhada : breve abordagem // In: Salão Lisboa 2003. – Lisboa : Câmara Municipal de Lisboa ; Bedeteca, 2003. – pp. 9 – 15.
FAGUNDES, Arlindo ; COTRIM, João Paulo – Quero afirmar o Pitanga como um herói de banda desenhada, mais nada // In: Salão Lisboa 2003. – Lisboa : Câmara Municipal de Lisboa ; Bedeteca, 2003. – pp. 299 – 309.
FERNANDES, José Carlos ; MOTA, Pedro – José Carlos Fernandes : estou numa situação inédita e privilegiada. - // In: BD Amadora 2003 : XIV Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora. – Amadora : Câmara Municipal da Amadora ; CNBDI, 2003. pp. 10 – 19.
FRANCO, Nuno – O lugar da mulher na BD é um direito adquirido // In: BD Amadora 2003 : XIV Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora. – Amadora : Câmara Municipal da Amadora ; CNBDI, 2003. pp. 42 - 43.
GASSER, Christian – Qual a razão da não existência de uma cultura alemã de bandas desenhadas : 9 (hipó)teses // In: Salão Lisboa 2003. – Lisboa : Câmara Municipal de Lisboa ; Bedeteca, 2003. – pp. 167 – 171.
GEIRINHAS, Alice ; CARVALHO, Isabel ; CORTESÃO, Ana – Dossier chiclete // In: Satélite internacional. – N.º 02, Maio de 2003. – Porto: Colectivo A Língua, 2003.
GRANJA, Vasco ; BOLÉO, João Paiva... [et al.] - Conversando com Vasco Granja // In: Vasco Granja : uma vida... mil imagens. - Porto : Asa, 2003. - pp. 11 - 30.
ISABELINHO, Domingos – Imagens da mulher na banda desenhada norte americana // In: BD Amadora 2003 : XIV Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora. – Amadora : Câmara Municipal da Amadora ; CNBDI, 2003. pp. 48 - 51.
ISABELINHO, Domingos – Sa-lo-mon de Chago Armada e o pouco que dele se sabe // In: Satélite internacional. – N.º 02, Dezembro de 2002. – Porto: Colectivo A Língua, 2003. pp. 28 – 32.
LAMEIRAS, João Miguel – [Textos introdutórios] // In: A arte de Prado. – (Clássicos da banda desenhada ; 14). pp. 5 – 12.
LUYTEN, Sónia – As histórias em quadrinhos no Brasil : a mulher imagem e a mulher produtora // In: BD Amadora 2003 : XIV Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora. – Amadora : Câmara Municipal da Amadora ; CNBDI, 2003. pp. 92 – 93.
MOTA, Pedro – Meninas traquinas da BD sul americana // In: BD Amadora 2003 : XIV Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora. – Amadora : Câmara Municipal da Amadora ; CNBDI, 2003. pp. 84 - 85.
MOREIRA, Paulo – [Textos introdutórios] // In: Conan. – (Clássicos da banda desenhada ; 11). pp. 5 – 12.
PRASSEL, Igor – Banda desenhada eslovena // In: Salão Lisboa 2003. – Lisboa : Câmara Municipal de Lisboa ; Bedeteca, 2003. – pp. 121 – 135.
QUELHAS, Vítor – O crepúsculo dos machos // In: BD Amadora 2003 : XIV Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora. – Amadora : Câmara Municipal da Amadora ; CNBDI, 2003. pp. 34 – 37.
SÁ, Leonardo - O mundo maravilhoso de Vasco Granja // In: Vasco Granja : uma vida... mil imagens. - Porto : Asa, 2003. - pp. 7 -8.
SÁ, Leonardo – A presença da mulher na BD portuguesa // In: BD Amadora 2003 : XIV Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora. – Amadora : Câmara Municipal da Amadora ; CNBDI, 2003. pp. 52 – 65.
SCHRÉDER, Éttienne – O estranho percurso de O segredo de Coimbra // In: Coimbra na banda desenhada. – Porto : Asa, 2003. – pp 58 – 77.
MONOGRAFIAS
AMADORA. Câmara Municipal. Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora – BD Amadora 2003 : XIV Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora. Amadora : Câmara Municipal da Amadora, 2003. – 177 p.
FROMENTAL, BOUCQUET ; STANISLAS – As aventuras de Hergé. – Porto : Mais BD, 2003.
BOLÉO, João Paulo Paiva ; LAMEIRAS, João Miguel ; SANTOS, João Ramalho –
Coimbra na banda desenhada. – Porto : Asa, 2003. – 80 p.
MAGALHÃES, Jorge, coord. ; PEREIRA, Maria José, coord. - Vasco Granja : uma vida... 1000 imagens. – Porto : Asa, 2003. 144 p.
INTERNET
MAIA, Daniel – Corrida editorial 2003 // In: www.centralcomics.com
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